segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Framboesa de Ouro: veja quem foram os piores do ano


 Todos os anos, no dia anterior à premiação mais prestigiosa do cinema, um outro prêmio é concedido para os filmes que realizaram a façanha de serem os piores em sua categoria durante o ano. E se O Discurso do Rei foi o maior vencedor na noite do Oscar, no Framboesa foi o filme O Último Mestre do Ar o mais agraciado por sua mediocridade. O filme ganhou cinco Framboesas, inclusive Pior Filme, Pior Diretor para M. Night Shyamalan e Pior Roteiro. Depois de cinco indicações, a "atriz" Jessica Alba finalmente saiu vitoriosa. Ela levou o prêmio de pior atriz coadjuvante por Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família, Machete, O Assassino em Mim e Idas e Vindas do Amor. O quarteto de atrizes de Sex and the City também foram premiadas duas vezes. Veja abaixo os outros piores do ano:
Pior filme
A Saga Crepúsculo: Eclipse
O Último Mestre do Ar
Os Vampiros que Se Mordam
Sex and the City 2
Caçador de Recompensas


Pior diretor
Jason Friedberg e Aaron Seltzer, em Os Vampiros que Se Mordam
Michael Patrick King, em Sex and the City 2
M. Night Shyamalan, em O Último Mestre do Ar
David Slade, em A Saga Crepúsculo: Eclipse
Sylvester Stallone, em Os Mercenários

Pior ator
Jack Black, em As Viagens de Gulliver
Gerard Butler, em Caçador de Recompensas
Robert Pattinson, em A Saga Crepúsculo: Eclipse
Taylor Lautner, em A Saga Crepúsculo: Eclipse
Ashton Kutcher, em Par Perfeito e Idas e Vindas do Amor
Pior atriz
Jennifer Aniston, em Caçador de Recompensas e Coincidências do Amor
Miley Cyrus, em A Última Música
Kristen Stewart, em A Saga Crepúsculo: Eclipse
Megan Fox, em Jonah Hex
Sarah Jessica Parker, Kim Cattrall, Kristin Davis e Cynthia Nixon, em Sex and the City 2

Pior ator coadjuvante
Billy Ray Cyrus, em Missão Quase Impossível
George Lopez, em Missão Quase ImpossívelIdas e Vindas do Amor e Marmaduke
Dev Patel, em O Último Mestre do Ar
Jackson Rathbone, em O Último Mestre do Ar e A Saga Crepúsculo: Eclipse
Rob Schneider, em Gente Grande

Pior atriz coadjuvante
Cher, em Burlesque
Liza Minnelli, em Sex and the City 2
Nicola Peltz, em O Último Mestre do Ar
Barbra Streisand, em Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família
Jessica Alba, em O Assassino em MimMacheteIdas e Vindas do Amor e Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família

Pior roteiro
O Último Mestre do Ar
Entrando Numa fria Maior Ainda com a Família
Sex and the City 2
Os Vampiros que Se Mordam
A Saga Crepúsculo: Eclipse

Pior casal ou elenco
Jennifer Aniston e Gerard Butler, em Caçador de Recompensas
O rosto de Josh Brolin e o sotaque de Megan Fox, em Jonah Hex
Todo o elenco de O Último Mestre do Ar
Todo o elenco de A Saga Crepúsculo: Eclipse
Todo o elenco de Sex and the City 2

Pior sequência, versão ou paródia
O Último Mestre do Ar
Fúria de Titãs
Sex and the City 2
Os Vampiros que Se Mordam
A Saga Crepúsculo: Eclipse

Pior uso da tecnologia 3D
Cats and Dogs 2: The Revenge of Kitty Galore
Fúria de Titãs
O Último Mestre do Ar
Nutcracker 3D
Jogos Mortais 7 3D


Fonte Cinema em Cena

Dez regras para salvar os cinemas

Que o público de cinema tem diminuído significativamente, todos já sabem. Alguns culpam a pirataria; outros, o preço dos ingressos. O fato, porém, é que ir ao cinema tem se transformado em uma experiência que, longe de trazer o prazer antes garantido pelo ato de assistir a um filme na tela grande, vem se transformando num exercício de paciência: o público vem se tornando cada vez mais grosseiro, as projeções deixam a desejar e os longas são distribuídos com atrasos absurdos.
Na maior parte do tempo, como crítico de cinema, tenho o privilégio de assistir aos lançamentos semanais não só com certa antecedência, mas na companhia de espectadores que sabem se comportar: meus colegas de profissão. Há, claro, o inconveniente de as cabines (as sessões para a crítica) acontecerem pela manhã - um horário que meu organismo aprendeu a rejeitar ao longo das décadas -, mas isto é um obstáculo insignificante diante da perspectiva de passar raiva nas sessões abertas ao público.
Recentemente, tendo sido obrigado a encarar uma sessão dupla de Biutiful e Besouro Verde no BH Shopping, em Belo Horizonte, lembrei-me da frustração representada por uma experiência medíocre nas salas de cinema, o que me levou a propor as dez regras seguintes que, voltadas para os exibidores e distribuidores, têm o objetivo de apontar o caminho da reconciliação entre o público e a tela grande, levando a um novo crescimento na venda de ingressos. Não custa sonhar.
As três primeiras regras são voltadas para os distribuidores; as seguintes, para os exibidores. Espalhem a mensagem. 

1) Ter bom senso ao definir as datas de lançamentos - À Prova de Morte foi lançado no Brasil depois de Bastardos Inglórios, que Tarantino dirigiu dois anos depois daquele segmento de Grindhouse. Woody Allen, durante um bom tempo, só chegava por aqui com um ou dois anos de atraso. Scott Pilgrim foi adiado diversas vezes até ser lançado de maneira porca em algumas poucas praças. Nós sabemos que não há mercado no Brasil para todas as produções lançadas ao redor do mundo anualmente e que planejar o que vai para o cinema ou o que será distribuiído diretamente em home video exige um estudo cuidadoso - ainda assim, o jogo de datas que ocorre toda semana, com várias alterações e cancelamentos, é algo que não permite nem mesmo que o espectador brasileiro crie expectativa com relação aos projetos que deseja ver. Nos Estados Unidos, os cinéfilos já sabem com antecedência que às vezes chegam a dois ou três anos a data exata em que o filme que querem ver irá estrear; aqui, marcar um lançamento no calendário seria passar atestado de burrice, já que as distribuidoras parecem anunciá-los aleatoriamente, não se importando em mudá-los muitas vezes na semana anterior à suposta estréia. Com isso, não há estímulo maior para a pirataria e para o download domiciliar, já que a incerteza de poder assistir ao filme é, sem dúvida, um grande motivador para que vários fãs garantam por conta própria a exibição da obra.

2) Jamais lançar um filme estrangeiro apenas em cópias dubladas - Durante um longo tempo, o padrão de lançamento era o seguinte: filmes infantis chegavam em cópias dubladas e legendadas; os adultos, apenas com som original e legendas. Era um sistema perfeito que garantia a alegria de todos os segmentos. Nos últimos tempos, porém, tem se tornado cada vez mais freqüente que obras voltadas ao público adulto também ganhem cópias dubladas e as animações não ofereçam opção de legendas para os interessados. E isto é de uma estupidez surpreendente. O que as distribuidoras não parecem perceber é que, com isso, estão afastando os cinéfilos que sempre tiveram o hábito de ir aos cinemas - e se em contrapartida acreditam que os longas dublados atrairão um novo público, estão terrivelmente enganadas, já que espectadores com este perfil sempre valorizaram e continuarão a valorizar mais a experiência de se ver um filme em casa, na tevê. Resultado: afasta-se uma parcela antes fiel à telona sem garantir que um novo segmento ocupe seu lugar.

3) Só incluir os créditos da legendagem quando o filme terminar de fato - Já perdi a conta do número de vezes em que subitamente fui informado de que o filme chegara ao fim ao ler a legenda "Tradução de Fulano de Tal" - um crédito que surgia na tela enquanto a narrativa continuava a transcorrer. A política aparentemente é a de que, terminados os diálogos, o tradutor deve assinar seu trabalho, mesmo que ainda restem vários segundos ou mesmo minutos de projeção. Isto ocorreu, por exemplo, em Vivendo no Limite e, recentemente, em Além da Vida. Ora, se um diretor quer que observemos algo na tela por algum tempo antes de partir para os créditos finais, é porque acredita que isto é importante para o impacto emocional de sua obra - e ao jogar o nome do tradutor na tela antecipadamente e revelar, assim, que o filme basicamente chegou ao final, os responsáveis pela legendagem sabotam este efeito, desrespeitando as intenções do realizador.

4) Jamais interromper a projeção antes que os créditos finais se encerrem - Por motivos que discuto em meu curso e já abordei perifericamente aqui no blog, o tempo dedicado aos letreiros finais é precioso na experiência do espectador no cinema; faz parte de seu retorno gradual à realidade, permitindo que o longa se sedimente em sua mente e em sua percepção emocional ao mesmo tempo em que já abre espaço para a reflexão sobre o que acabou de ser exibido. Cortar os créditos é, assim, uma forma ótima de sabotar o impacto provocado pela narrativa, além de ser um imenso desrespeito à equipe ali reconhecida. Como se não bastasse, tem se tornado cada vez mais comum que cenas sejam incluídas após os créditos finais - e já fui repetidamente agredido como cliente dos multiplexes ao permanecer na sala (algo que sempre faço, mesmo quando sei que não há nada depois dos letreiros) apenas para ver a projeção interrompida quando eu sabia que haveria uma cena extra dentro de alguns minutos. Quando pago um ingresso, pago para ver todos os minutos de projeção - e não é à toa que a duração de um filme  informada pelas distribuidoras inclui os créditos finais.

5) É fundamental treinar bem os funcionários do cinema - Já fui tratado com impaciência, agressividade ou descaso por funcionários de diversas salas em todo o Brasil. Recentemente, ao tentar entregar meu ingresso para a sessão de Besouro Verde, no Cineplex BH, fui surpreendido pela atitude do funcionário que, ao ver meu ingresso, empurrou-o de volta à minha mão e disse com um tom bruto: "A sala não abriu ainda. Você não pode entrar, não". E quando perguntei se não havia um local de espera dentro do cineplex, a resposta foi: "Tem, não. Se quiser, tem que esperar lá fora". Da mesma maneira, no Cinemark do Pátio Savassi, fui obrigado a pedir silêncio às duas funcionárias do espaço que insistiam em conversar durante a sessão e que nem ao menos desligaram seus rádios, permitindo que apitassem a cada três ou quatro minutos. E a questão vai além, já que este treinamento tem a ver também com a regra seguinte...

6) Nunca abra as portas da sala antes que o filme chegue ao fim - Assim como o surgimento do nome do tradutor arruína a experiência, é frustrante perceber, enquanto a projeção ainda está ocorrendo, a movimentação dos funcionários na parte dianteira da sala para abrir as portas de saída no exato segundo em que o filme chegar ao fim. Além de ser uma distração nada bem-vinda, esta atitude indica a iminência do desfecho da história momentos antes do planejado pelo realizador. Porém, considerando a freqüência com que os funcionários chegam a abrir a porta antes do final do filme, tenho até me sentido grato quando se limitam apenas a caminhar rumo à saída.

7) Voltar a empregar lanterninhas que monitorem a exibição - O cinema Arclight, em Los Angeles, é considerado o melhor de uma cidade na qual o padrão de projeção é, por natureza, mais exigente do que na maior parte dos lugares. E há um motivo para isso: antes do início da cada sessão, um funcionário da casa se dirige ao público explicando que o rigor técnico é uma preocupação do lugar e que, várias vezes durante a projeção, ele retornará à sala para verificar se está tudo correndo bem - além de avisar que estará logo ali fora caso algo ocorra. Já nos nossos cinemas, espectadores conversam o tempo inteiro, atendem celular, brigam nas salas, a projeção sai de foco, caixas de som deixam de funcionar, a película sai da posição e ninguém faz nada caso uma revolução não ocorra. Ora, quando pago ingresso, quero a experiência completa, perfeita: uma projeção impecável em uma sala silenciosa. Se há outros clientes ali que não respeitam isso, então devem ser removidos do local, já que não têm o direito de estragar aquele momento para todos os demais. Antigamente, o lanterninha se encarregava de manter este respeito mútuo na sala: de tempos em tempos, entrava para verificar o comportamento e não hesitava em exigir educação ou retirar os imbecis que não compreendiam que todos ali pagaram ingresso para assistir ao filme, não para ouvir sua voz irritante. Hoje em dia, são os próprios espectadores incomodados quem devem agir por conta própria - e não é à toa que têm ocorrido um número cada vez maior de brigas nas salas e até mesmo de mortes (como o sujeito que foi esfaqueado há cerca de um ano depois de atender o celular várias vezes e o rapaz que levou um tiro, semana passada, por comer pipocas de forma excessivamente barulhenta em uma sessão de Cisne Negro).

8) Limpar os óculos 3D - Os cinemas cobram, em média, 30% a mais pelos ingressos das salas 3D - um custo justificado por eles como sendo fruto da necessidade de higienizar e manter os óculos especiais usados pelo público. Assim, é inaceitável que recebamos, em troca destes 30%, óculos sujos, com lentes manchadas e que às vezes chegam até a feder - isto quando não estão tortos. Querem cobrar mais? Então prestem algum serviço por isso.

9) Usar a intensidade de luz adequada do projetor - Muitos exibidores têm a noção equivocada de que uma boa maneira de aumentar a vida útil das caras lâmpadas de seus projetores reside na estratégia de mantê-las numa intensidade menor do que a recomendada pelos padrões técnicos internacionais. Isto não só é uma besteira, já que as horas úteis se mantêm inalteradas, como ainda contribui para tornar a experiência pior para o espectador, que é obrigado a assistir a uma projeção escurecida e longe do ideal. Quando esta prática se soma às projeções em 3D, que exigem os óculos que já comprometem a luminosidade, o resultado é desastroso.

10) Limitar o tempo de propagandas antes dos filmes - Sim, é verdade que as salas de exibição não costumam tirar a maior parte dos seus lucros dos ingressos, que, afinal, são revertidos em sua maioria para as distribuidoras. Assim, se as bomboniéres são as responsáveis pelos lucros dos cinemas (sim, eles estão mais interessados na venda de pipoca e refrigente do que nos ingressos em si), os exibidores também têm se mostrado cada vez mais interessados no trocado extra proporcionado pelos vídeos publicitários exibidos no início das sessões. Até aí, tudo bem: é preciso compreender que há uma necessidade comercial em jogo. Porém, quando as propagandas começam a interferir na experiência do cliente/cinéfilo, algo está muito errado - e já estive em sessões que tiveram quase 20 minutos de publicidade antes do início dos trailers. Assim, um acordo razoável seria o de permitir no máximo 5 minutos de comerciais no início da sessão - e com a exigência de que estes vídeos comecem pontualmente no horário marcado no ingresso. Com isso, o espectador que não quiser se submeter à publicidade indesejada poderá usar este tempo para ir ao banheiro ou comprar pipocas - o que, mesmo assim, certamente deixará um número suficiente de clientes na sala para justificar o interesse dos anunciantes (já que, afinal, nem todas as sessões têm comerciais e poucos se arriscariam a um atraso apenas por apostarem nos cinco minutos de publicidade).
Se estas dez regras passassem a ser seguidas por distribuidores e exibidores, estou certo de que o público de cinema voltaria a crescer. Infelizmente, enquanto não forem implementadas, nós, amantes do cinema e defensores da experiência da tela grande, não teremos muitos argumentos que convençam outros a dividirem esta paixão. Afinal,  confesso ficar sem resposta quando alguém me pergunta algo como "Por que eu deveria pagar por ingressos caros, estacionamento, pipoca e refrigerante para ter uma experiência medíocre e irritante se posso ficar em casa e assistir ao filme na minha tevê de tela grande em alta resolução (baixado pela Internet ou comprado) sem passar raiva e gastando muito menos?".
Em vez de rebater, sou obrigado a concordar e a dizer apenas: "É verdade. Distribuidores e exibidores, por que deveríamos?".

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Ministério da Cultura/Ancine lança edital de longa-metragem

Estão abertas até 11 de abril as inscrições do Edital de Coprodução Brasil-Argentina, realizado pela ANCINE em conjunto com o Instituto Nacional de Cine y Artes Audiovisuales – INCAA, com o objetivo de promover a aproximação das indústrias cinematográficas dos dois países.
Através do concurso serão investidos 800 mil dólares na produção de quatro projetos de longa-metragem independente, nos gêneros ficção, documental ou animação.
A ANCINE selecionará projetos apresentados por produtoras brasileiras que sejam coprodutoras minoritárias dos filmes.
Da mesma maneira, o INCAA se encarregará de receber as inscrições de projetos com participação minoritária argentina, apresentados por empresas locais.
A escolha dos quatro projetos vencedores ficará a cargo de uma comissão binacional, formada por seis personalidades do setor audiovisual dos dois países. Cada projeto receberá apoio financeiro no valor de 200 mil dólares.
Clique aqui para ter acessa ao edital e seus anexos.

Indicados 2011 - Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

O maior prêmio do cinema brasileiro está chegando! A lista de indicados já foi divulgada. Produções renomadas como “Lula, o filho do Brasil“, “A suprema felicidade” e “Jards Macalé – um morcego na porta principal” concorrem à grande premiação

Confira a lista de indicados

Longa-Metragem

FICÇÃO
  1. 400 Contra 1 – Uma História do Crime Organizado (2010)
  2. 5 X Favela, Agora Por Nós Mesmos (2010)
  3. A Guerra dos Vizinhos (2010)
  4. A Suprema Felicidade (2010)
  5. Amor Por Acaso (2010)
  6. Antes que o Mundo Acabe (2009)
  7. Aparecida, o Milagre (2010)
  8. As Melhores Coisas do Mundo (2010)
  9. Bellini e o Demônio (2009)
  10. Cabeça a Prêmio (2009)
  11. Chico Xavier (2009)
  12. Como Esquecer (2010)
  13. De Pernas Pro Ar (2010)
  14. Doce de Coco (2008)
  15. Em Teu Nome (2009)
  16. Federal (2010)
  17. Histórias de Amor Duram Apenas 90 Minutos (2009)
  18. Insolação (2010)
  19. Léo e Bia (2009)
  20. Lula, O Filho do Brasil (2009)
  21. Meu Mundo em Perigo (2007)
  22. Morgue Story – Sangue, Baiacu e Quadrinhos (2009)
  23. Muita Calma Nessa Hora (2009)
  24. Nosso Lar (2010)
  25. O Amor Segundo B. Schianberg (2009)
  26. O Bem Amado (2010)
  27. O Grão (2008)
  28. O Sol do Meio-Dia (2009)
  29. Olhos Azuis (2009)
  30. Os Famosos e os Duendes da Morte (2010)
  31. Os Inquilinos (2009)
  32. Praça Saens Peña (2009)
  33. Quincas Berro D`Água (2010)
  34. Reflexões de um Liquidificador (2010)
  35. Segurança Nacional (2009)
  36. Sonhos Roubados (2009)
  37. Topografia de um Desnudo (2009)
  38. Tropa de Elite 2
  39. Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo (2009)
DOCUMENTÁRIO
  1. A Alma do Osso (2004)
  2. A Falta que me Faz (2009)
  3. Acácio (2008)
  4. Amadores do Futebol (2009)
  5. As Cartas Psicografadas por Chico Xavier (2010)
  6. B1 – Tenório em Pequim (2009
  7. Caro Francis (2008)
  8. Cildo (2009)
  9. Crítico (2008)
  10. Depois de Ontem, Antes de Amanhã (2008)
  11. Dzi Croquettes (2009)
  12. Elevado 3.5 (2007)
  13. Jards Macalé – Um Morcego na Porta Principal (2008)
  14. José e Pilar (2010)
  15. O Abraço Corporativo (2010)
  16. O Homem que Engarrafava Nuvens (2008)
  17. Pachamama (2008)
  18. Programa Casé: O que a Gente Não Inventa Não Existe (2010)
  19. Rita Cadillac – A Lady do Povo (2007)
  20. Senhores do Vento (2009)
  21. Só Dez Por Cento É Mentira (2008)
  22. Soberano – Seis Vezes São Paulo (2010)
  23. Terra Deu Terra Come (2010)
  24. Terras (2009)
  25. Todo Poderoso, O Filme – 100 Anos de Timão (2010)
  26. Um Lugar ao Sol (2009)
  27. Uma Noite em 67 (2010)
  28. Utopia e Barbárie (2008)
  29. Vida Sobre Rodas (2010)
INFANTIL
  1. A Casa Verde (2008)
  2. Eu e Meu Guarda-Chuva (2010)
  3. High School Musical – O Desafio (2009)
ESTRANGEIRO
  1. 15 Anos e Meio
  2. A Fita Branca
  3. A Ilha do Medo
  4. A Jovem Rainha Vitória
  5. À Moda da Casa
  6. A Origem
  7. À Prova de Morte
  8. A Rede Social
  9. A Saga Crepúsculo: Eclipse
  10. Almas à Venda
  11. Alvin e os Esquilos 2
  12. Amor Sem Escalas
  13. Ao Sul da Fronteira
  14. Aproximação
  15. As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada
  16. Brilho de Uma Paixão
  17. Cartas para Julieta
  18. Cheri
  19. Comer Rezar Amar
  20. Como Treinar Seu Dragão
  21. Coração Louco
  22. Encontro Explosivo
  23. Enfim Viúva
  24. Entre Irmãos
  25. Film Socialisme
  26. Guerra ao Terror
  27. Harry Potter e as Relíquias da Morte
  28. Homem de Ferro 2
  29. Invictus
  30. Kick Ass – Quebrando Tudo
  31. London River – Destinos Cruzados
  32. Luzes na Escuridão
  33. Mary e Max Uma Amizade Diferente
  34. Meu Malvado Favorito
  35. Minhas Mães e Meu Pai
  36. O Concerto
  37. O Escritor Fantasma
  38. O Pequeno Nicolau
  39. O Segredo dos Seus Olhos
  40. O Solteirão
  41. Oceanos
  42. Os Homens Que Não Amavam as Mulheres
  43. Os Mercenários
  44. Preciosa – Uma História de Esperança
  45. Quando Me Apaixono
  46. Red – Aposentados e Perigosos
  47. Scott Pilgrim Contra o Mundo
  48. Sherlock Holmes
  49. Shrek Para Sempre
  50. Simplesmente Complicado
  51. Tetro
  52. Tudo Pode Dar Certo
  53. Um Homem Sério
  54. Um Sonho Possível
  55. Vício Frenético
  56. Vincere
  57. Wall Street – O Dinheiro Nunca Dorme

Curta-Metragem

ANIMAÇÃO
  1. Balanços e Milkshakes
  2. Bonequinha do Papai
  3. Cattum
  4. Eu Queria Ser Um Monstro
  5. Imagine Uma Menina Com Cabelos de Brasil
  6. Menina da Chuva
  7. Meu Medo
  8. O Rapto do Peixe-Boi
  9. Os Anjos do Meio da Praça
  10. Tempestade
  11. War
DOCUMENTÁRIO
  1. Áurea
  2. Ave Maria ou Mãe dos Sertanejos
  3. Bailão
  4. Dois Mundos
  5. Faço de Mim o Que Quero
  6. Flash Happy Society
  7. Geral
  8. Haruo Ohara
  9. Mãos de Outubro
  10. Urbe
FICÇÃO
  1. Alguém Tem Que Honrar Esta Derrota
  2. Avós
  3. Céu Limpo
  4. Cinemaiêutica
  5. Ensaio de Cinema
  6. Eu Não Quero Voltar Sozinho
  7. Fantasmas
  8. Homem-Bomba
  9. Recife Frio
  10. Vela ao crucificado

Fonte: http://colunas.canalbrasil.globo.com/platb/grandepremiocinemabrasileiro/2011/02/25/indicados-2011/

Oscar - Atores e atrizes

"Um ator é, no máximo, um poeta e, no mínimo, um animador." - Marlon Brando Não importa o método (ou o Método) utilizado por um ator ou atriz na construção de seus personagens: no limite, grandes atuações sempre serão lembradas como obras de arte de duração eterna no imaginário dos admiradores de cinema. Nesse sentido, o papel da Academia é o de ajudar a reconhecer e perpetuar na história o trabalho desses profissionais. Exatamente por acreditar que o acesso a essa arte deveria ser um direito de todos os atores do planeta (brancos, negros ou índios), Brando recusou uma estatueta do Oscar em 1973, vencida por sua atuação em O Poderoso Chefão. Na ocasião, o ator enviou a ativista apache Sacheen Littlefeather para representá-lo na cerimônia e proferir um discurso em defesa dos nativos na indústria cinematográfica (veja aqui). O impacto da manifestação só veio a tomar forma dezoito anos depois, quando o sioux Graham Greene foi indicado ao prêmio de Melhor Ator Coadjuvante por seu trabalho em Dança com Lobos.

Fonte Cinema em Casa

Oscar - O Oscar e a Animação

O cartunista e animador Walt Disney é considerado o nome mais importante da animação cinematográfica. Falar dos serviços que ele prestou para o cinema e das emoções que seus filmes até hoje suscitam é apenas reiterar o fascínio que esse gênero conquistou durante todos esses anos. O próprio Disney sintetizou o potencial infinito que as produções animadas tem de encantar em uma frase: "A animação pode explicar qualquer coisa que a mente humana possa conceber".
 
Fonte: Cinema em Casa

Oscar - Filmes Estrangeiros

A história é prova incontestável da qualidade das produções premiadas com o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, criado em 1947 e reformulado nove anos depois (até a data, havia apenas um prêmio honorário, e não um conjunto de indicados formais). A categoria, que já agraciou nomes como Fellini, Bergman e Kurosawa, é também uma das mais interessantes de se acompanhar, em função da multiplicidade de culturas representadas anualmente.
 
Fonte: Cinema em Casa

Oscar - Som, documentários e curtas

Em sua quarta edição, o Especial Oscar continua sua jornada pelas tais categorias "técnicas", explicando a diferença entre mixagem e edição de som, apresentando as canções concorrentes à estatueta dourada e traçando linhas gerais sobre as cinco trilhas sonoras favoritas da Academia. Ainda, o Especial confere atenção particular a um dos gêneros mais importantes e respeitados do cinema, abordando os dez documentários indicados entre curtas e longas-metragens. Os curtas animados e em live-action também têm espaço garantido, e é bom que você corra atrás daqueles que atraírem seu interesse. Finalmente, chegou hora de conhecer um pouco mais sobre os indicados e aumentar suas expectativas para o Oscar, que acontecerá já no próximo domingo. Aproveite e bons filmes.
 
Fonte: Cinema em Casa

Oscar - Adaptados e/ou Originais

"Eu escrevo roteiros que funcionam como esqueletos, aguardando a carne e os tendões das imagens." O cineasta Ingmar Bergman nunca venceu um Oscar por seus roteiros, mas a frase acima - de sua autoria - demonstra a importância do roteirista para a construção de um filme. Esses profissionais trabalham diretamente com a matéria-prima do cinema: um punhado de ideias. E é com essas ideias, originais ou adaptadas de outras obras, que criam as bases em que os demais segmentos da indústria cinematográfica se sustentarão. Não faz sentido, portanto, que sejam deixados em segundo plano em função do chamado "crédito de possessão" - aquele "Um Filme De..." que coloca o nome de diretores em absoluto destaque. Afinal, usando a metáfora de Bergman, a genialidade não está apenas em preencher o tal esqueleto - é preciso muita capacidade para construí-lo com solidez.
 
Fonte: Cinema em Casa

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Bolsa de estudos para Cuba

O Centro de Estúdio de Cinema de Canárias (CECAN), com o apoio do Programa Ibermedia, abriu convocatória para bolsas de estudos para profissionais ibero-americanos interessados em se aperfeiçoar na profissão. A bolsa oferecida cobre o custo da matrícula, uma porcentagem no valor da passagem de avião e alimentação para oficinas na Escola Internacional de Cinema e TV de San Antonio de los Baños, de Cuba. Os interessados devem mandar seu currículo para o endereço ibermedia@cineencanarias.com. Para mais informações, acesse www.cineencanarias.com.